quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CIÚME DE MÃE


Em 2003 minha mulher recebeu uma proposta de uma senhora para que “Supla” cruzasse com sua cadelinha schnauzer. Um dia antes, Graça mandou fazer uma geral e lá se foi ele todo lorde, com gravata e tudo mais, visitar a ta "moçal.

Ficou combinado que ele ficaria com ela pelo menos uns dois dias. Minha mulher, com saudade, foi visitá-lo. Quando cheguei à noite, em casa, perguntei:

- E “Supla”?

Graça, toda magoada, respondeu:

- Cheguei lá e disse: meu “filho”, mamãe está aqui. O filho da puta, dando volta, com o focinho enfiado no furico daquela rapariguinha, nem olho pra minha cara. Deixe só aquele safado chegar em casa!

CP.

AMOR ANIMAL

"Quem não ama os cães, não ama a felicidade". - Napoleão Bonaparte

SENSSIBILIDADE CANINA

CUIDADO, CÃO BRAVO

terça-feira, 25 de outubro de 2011

GAFE NO PET SHOP

 
Eu e minha mulher saímos cedo para trabalhar e deixamos nossa filhota – então com 12 anos – encarregada de levar “Rino” no pet shop - ali na Av. 17 (Nascimento de Castro) quase esquina com rua Romualdo Galvão.

E proprietário do estabelecimento era um sujeito com cara de poucos amigos, chato, grosso. Um mal-educado que vivia o tempo todo com um cigarro entre os dedos. Ele foi preenchendo uma ficha, e sem olhar, perguntou:

- Me diga seu nome!

Ela respondeu:

- Xala!

Ele levantou os olhos e, abusado, disse:

- O seu nome, garota. Não o do cachorro

A menina voltou para casa furiosa.


CP.

Nota: o quadro é obra e graça de Chico Potengy.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

“Humanista é um grande interessado nos seres humanos. O meu cachorro é humanista.” - Kurt Vonnegut Jr.

DÚVIDA COM A PERSONALIDADE

Graça, minha mulher, levou “Nicolau” ao pet shop. Quando minha filha chegou da escola, e viu ele todo “arrumado”, gritou:

- “’Nicolau’, você está um gato”!


SHE-RA



Há fatos na vida de nós seres humanos, relacionados a animais, muito curiosas.

"She-Ra" foi uma das minhas "filhas" especiais. Era uma vira-lata de cor marrom e tinha um focinho lindo. Chegou a minha casa em 1987. Pelo tamanho, deveria ter pouco mais de dois meses. Alguém a jogou por cima do muro lá de casa. "Chorava" - de fome e excesso de pulgas. Cuidamos dela. Odiava ser fotografada. Era muito tímida e jamais “namorou”. Por falta de espaço em minha casa ela foi morar com mamãe. E onde estava uma, lá estava a outra. Exceto em situações especiais, claro. Eu sempre dizia "mamãe, vocês duas parecem irmãs. Uma é a cara da outra. E até têm hábitos iguais: gostam de comer, são gordinhas. O andar é igual”. Claro que mamãe não gostava muito das comparações. Mas, quando a cadelinha morreu (ela teve câncer e teve de ser sacrificada. Estava com mais de 15 anos!), ficou um vazio horrível naquela casa. E visivelmente, mamãe mudou muito... Alguém explica?




O MEU MELHOR AMIGO




Amigos...,

Tenho uma enorme sensibilidade de lidar com cães. Morro de rir com suas peraltices, este animal maravilhoso, e cheio de graça, que alegra nossa vida. Em minha casa tivemos “Repolho” (vira-lata preto e branco); “She-Ra” (vira-lata marrom), “Maria” (pequinês cinza), “Nicolau” (poodle preto), “Debbye” (poodle preta) e “Loyd” (pincher marrom), “Hugo César Freire Barbosa” – O Balalayca – (poodle branco), “Rino” (poodle preto), “Sussie” (poodle preta), “Ava” (poodle preta), “Horácio” (lulu da pomerânia), e “Supla” (schnauzer), e "Bonifácio (schauzer). Todos foram muito importantes. Cada um com sua “personalidade”. Uns brabos, outros mansos, mal-educado, ou educado demais. “sociais” e outros, nem tanto. Rsss... Pensando neles - e, em humilde gratidão - crie este espaço para falar sobre este que é chamado de “melhor amigo do homem”.

Nota: ilustra este texto um desenho de “Supla”, feito por minha filha Xala, em 2003.